I HOPE IT GIVES YOU HELL.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Nunca conheci ninguém que tivesse uma família tão grande e tão unida como a minha, mas tenho a sensação de que, com a saída do meu irmão mais velho cá de casa, as coisas foram ficando mais murchas. Ele era o menino lindinho, fofinho, queridinho e tudo da minha mãe... e de repente, ela vê o filho sair de casa.
Compreensível.
Nessa altura, ao início, o clima ficou tenso cá em casa. A minha mãe ora estava contente por ele ter conseguido seguir a vida dele, ora chorava e irritava-se por não o ter tão perto. Eu e os meus irmãos tentamos compensar a partida dele: demos-lhe atenção, carinho, saíamos com ela e chegámos a deixar os nossos amigos de lado para ficar com ela. Mas nos tempos de fraqueza, ela descarregava sempre no meu pai, que fingia estar sempre tudo bem, aguentava tudo... fazia-se de forte.
Admiro-o muito. <3
As coisas pareceram melhorar...e melhoraram mesmo. Voltámos a ser o que éramos antes mesmo sem o meu irmão tão perto, mas parece que ela se esqueceu de tudo o que fizemos por ela, esqueceu-se que fizemos tudo para que ela sorrisse, esqueceu-se que fizemos tudo para que ela estivesse bem... esqueceu-se.
Hoje, ela ralha-nos por tudo e por nada, discute por coisas miscroscópicas e faz-nos sentir como se fossemos, realmente, as piores pessoas do mundo. Se ainda fosse só de vez em quando, achava normal, saudável... mas quando se torna rotina, já não acho bem. Depois de ouvir tudo aquilo que já ouvi nos últimos meses até hoje, depois de tudo o que já fui acusada, depois de tudo o que é dito pela minha mãe sobre mim... abriu-se uma ferida que não sei se algum dia vai sarar. Tenho uma irmã mais nova (8 anos) que era uma paz de alma... mas com isto a durar tanto tempo, começou a tornar-se uma miúda revoltada e sem papas na língua: começou a dizer tudo o que pensa, tudo o que quer e bem entende... não a critico nem a julgo por nada e até acho bem que o faça, mas se há algo que ela não conseguiu foi começar a ser de ferro. Também chora, também sente no peito aquela "dor forte", como ela chama.
Gosto de estar sempre ao lado dela, apoia-la... gosto que ela desabafe comigo, que me conte o que sente... mas o que mais me custa é ter que me fazer de forte para ela, para ela tentar superar isto tudo.
E eu sei que ela consegue.
Mas eu, também não sou de ferro, tenho sentimentos... e, quando estou sozinha, choro. Deito cá para fora toda (ou quase toda) a dor que sinto no momento e não é pouca.
Só gostava que as coisas mudassem um bocadinho.
Não me apetece escrever mais.
Obrigada mãe, pela tua (in)compreensão.
mrita.
domingo, 30 de maio de 2010
sábado, 29 de maio de 2010
Ao início, pus de parte a ideia de ter sobrinhos, não queria e não incentivava os meus irmãos a terem filhos, mas tendo um irmão de trinta anos, sabia que mais tarde ou mais cedo tinha que acontecer. E pronto, há 9 meses atrás recebi a notícia de que a minha cunhada (namorada do meu irmão mais velho) estava grávida.
Por um lado, fiquei contente: "aiin, um bebé, que fofinho!", mas por outro lado era uma responsabilidade que vinha aí. Recusei a ideia. Mais tarde, caí em mim, e senti uma vontade enorme de ser tia. Fiquei ansiosa e comecei a contar os dias para a ver cá fora.
Finalmente aconteceu.
A 29 de Maio de 2010, por volta da uma e vinte da madrugada, nasce a Catarina, a mais recente princesinha da família. Fiquei radiante quando soube que a rapariga tinha, finalmente, resolvido sair cá para fora e conhecer a família que a vai acolher para sempre e com muito carinho. :)
Para além de ter ficado muito, mas muito contente por ser tia, fiquei completamente contente pelo meu irmão, vi a felicidade na cara dele como nunca tinha visto! Assim que o vi, ele deu-me um abraço forte, nunca me tinha dado um assim. Fiquei derretida, admito! :$
Hoje fui conhecê-la.
Mal entrei no quarto, estava a minha cunhada sentada na cama com a Catarina ao colo. Não resisti e avancei apressada até ela. Fiquei a admira-la: tão pequenina, tão calminha... não pensei sentir o que me veio ao peito naquele momento! Senti uma grande vontade de a agarrar, de a proteger. Tive-a nos braços e mal lhe peguei não conti as lágrimas. Tive medo. Era tão pequenina, tão fragil que parecia que se ia desmontar a qualquer momento, mas foi nessa altura que senti que a responsabilidade em cima, dali em diante era de minha responsabilidade cuidar dela, protegê-la, fazer dela a menina mais feliz de sempre.
Sabes, princesa... vais ter sempre a Tia Rita aqui para ti, basta estalares os dedos que vou a correr ter contigo. Vou dar-te aquilo tudo que mereces! E avisa já o teu pai que, como diz o B, "vou estragar a tua educação" com miminhos, e as vontadinhas, essas, vou fazê-las todas! :$ Sabes, não te resisto! Derreto-me toda ao olhar para ti! :$
Ainda agora chegaste e já te amo incondicionalmente!
Minha Princesinha, estás a fazer de mim a tia mais babada de sempre!
Sê Bem-Vinda, pequenina!
mrita
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Márcio: Epá, ontem tive a ver o final da 4ª série de Lost!
Rita: Há quem já tenha visto o final da ultima série.
Márcio: Ya, eu sei, mas comecei a ver tarde.
Rita: Hum, e queres que te conte o fim?
Márcio: NÃO!
Rita: Ok... eu conto: Então o cão e o gato malhado morrem enquanto iam em busca de comida. Depois o gato branco, preocupado, foi à procura deles e encontrou a cabeça do gato malhado debaixo de uma pedra e foi chorar para debaixo de um arbusto. Depois, a gaivota e o piriquito fizeram uma fogueira para se aquecerem e entra um cisco no olho do pardal que voava por cima da fogueira, que acabou por cair no meio do fogo. Nisto, a gaivota e o piriquito ficaram com jantar.
Márcio: Epá, cala-te! Olha que se a TVI ouve essa história ainda a rouba para fazer uma novela!!
quarta-feira, 26 de maio de 2010
terça-feira, 25 de maio de 2010
Ontem fui a um jantar com a malta da minha turma e algum pessoal da faculdade.
O Vitor, é um veterano do meu curso e é preto. Não sei se por sorte, ou azar... sentou-se ao meu lado à mesa.
Nisto, o senhor que andava a servir os pratos dos jovens universitários serviu-me a mim... mas a comida acabou e ele seguiu para ir buscar outra travessa e o vitor...:
Vitor: Então, mas eu sou preto ou quê?
*Rita fica a olhar para ele, seria. Saca de um pequeno espelho que tinha no bolso*
Rita: Vê por ti mesmo!
LOL
segunda-feira, 24 de maio de 2010
domingo, 23 de maio de 2010
Follow through
Make your dreams come true
Don't give up the fight
You will be alright
'Cause there's no one like you in the Universe.
Don't be afraid
What your mind conceives
You should make a stand
Stand up for what you believe
And tonight
We can truly say
Together we're invincible.
During the struggle
They will pull us down
But please, please
Let's use this chance
To turn things around
And tonight
We can truly say
Together we're invincible
Do it on your own
It makes no difference to me
What you live behind
What you choose to be
And whatever they say
Your souls unbreakable
During the struggle
They will pull us down
But please, please
Let's use this chance
To turn things around
And tonight
We can truly say
Together we're invincible.
Acabou cedo, mas foi uma noite da qual eu não me vou esquecer. Foi a noite em que tive a minha liberdade e, mesmo sendo só mesmo nessa noite, soube-me pela vida. :')
Estive com quem gosto e com quem me quer bem e já sentia tanto a falta daquela gente. São doidos, é certo, mas eu gosto deles assim... de todos! :)
Obrigada por me fazerem rir e poupar dinheiro ao me deixarem beber dos vossos copos, mesmo sem saberem! mwahahah :p
B., só me faltaste tu, amor. Mas sabes, temos a vida toda para eu beber do teu copo! :b
amo-te.
P.S.: a peça de teatro foi tão, mas tão fofinha! *.*
sábado, 22 de maio de 2010
quinta-feira, 20 de maio de 2010
quarta-feira, 19 de maio de 2010
domingo, 16 de maio de 2010
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segunda-feira, 31 de maio de 2010
Nunca conheci ninguém que tivesse uma família tão grande e tão unida como a minha, mas tenho a sensação de que, com a saída do meu irmão mais velho cá de casa, as coisas foram ficando mais murchas. Ele era o menino lindinho, fofinho, queridinho e tudo da minha mãe... e de repente, ela vê o filho sair de casa.
Compreensível.
Nessa altura, ao início, o clima ficou tenso cá em casa. A minha mãe ora estava contente por ele ter conseguido seguir a vida dele, ora chorava e irritava-se por não o ter tão perto. Eu e os meus irmãos tentamos compensar a partida dele: demos-lhe atenção, carinho, saíamos com ela e chegámos a deixar os nossos amigos de lado para ficar com ela. Mas nos tempos de fraqueza, ela descarregava sempre no meu pai, que fingia estar sempre tudo bem, aguentava tudo... fazia-se de forte.
Admiro-o muito. <3
As coisas pareceram melhorar...e melhoraram mesmo. Voltámos a ser o que éramos antes mesmo sem o meu irmão tão perto, mas parece que ela se esqueceu de tudo o que fizemos por ela, esqueceu-se que fizemos tudo para que ela sorrisse, esqueceu-se que fizemos tudo para que ela estivesse bem... esqueceu-se.
Hoje, ela ralha-nos por tudo e por nada, discute por coisas miscroscópicas e faz-nos sentir como se fossemos, realmente, as piores pessoas do mundo. Se ainda fosse só de vez em quando, achava normal, saudável... mas quando se torna rotina, já não acho bem. Depois de ouvir tudo aquilo que já ouvi nos últimos meses até hoje, depois de tudo o que já fui acusada, depois de tudo o que é dito pela minha mãe sobre mim... abriu-se uma ferida que não sei se algum dia vai sarar. Tenho uma irmã mais nova (8 anos) que era uma paz de alma... mas com isto a durar tanto tempo, começou a tornar-se uma miúda revoltada e sem papas na língua: começou a dizer tudo o que pensa, tudo o que quer e bem entende... não a critico nem a julgo por nada e até acho bem que o faça, mas se há algo que ela não conseguiu foi começar a ser de ferro. Também chora, também sente no peito aquela "dor forte", como ela chama.
Gosto de estar sempre ao lado dela, apoia-la... gosto que ela desabafe comigo, que me conte o que sente... mas o que mais me custa é ter que me fazer de forte para ela, para ela tentar superar isto tudo.
E eu sei que ela consegue.
Mas eu, também não sou de ferro, tenho sentimentos... e, quando estou sozinha, choro. Deito cá para fora toda (ou quase toda) a dor que sinto no momento e não é pouca.
Só gostava que as coisas mudassem um bocadinho.
Não me apetece escrever mais.
Obrigada mãe, pela tua (in)compreensão.
mrita.
domingo, 30 de maio de 2010
sábado, 29 de maio de 2010
Ao início, pus de parte a ideia de ter sobrinhos, não queria e não incentivava os meus irmãos a terem filhos, mas tendo um irmão de trinta anos, sabia que mais tarde ou mais cedo tinha que acontecer. E pronto, há 9 meses atrás recebi a notícia de que a minha cunhada (namorada do meu irmão mais velho) estava grávida.
Por um lado, fiquei contente: "aiin, um bebé, que fofinho!", mas por outro lado era uma responsabilidade que vinha aí. Recusei a ideia. Mais tarde, caí em mim, e senti uma vontade enorme de ser tia. Fiquei ansiosa e comecei a contar os dias para a ver cá fora.
Finalmente aconteceu.
A 29 de Maio de 2010, por volta da uma e vinte da madrugada, nasce a Catarina, a mais recente princesinha da família. Fiquei radiante quando soube que a rapariga tinha, finalmente, resolvido sair cá para fora e conhecer a família que a vai acolher para sempre e com muito carinho. :)
Para além de ter ficado muito, mas muito contente por ser tia, fiquei completamente contente pelo meu irmão, vi a felicidade na cara dele como nunca tinha visto! Assim que o vi, ele deu-me um abraço forte, nunca me tinha dado um assim. Fiquei derretida, admito! :$
Hoje fui conhecê-la.
Mal entrei no quarto, estava a minha cunhada sentada na cama com a Catarina ao colo. Não resisti e avancei apressada até ela. Fiquei a admira-la: tão pequenina, tão calminha... não pensei sentir o que me veio ao peito naquele momento! Senti uma grande vontade de a agarrar, de a proteger. Tive-a nos braços e mal lhe peguei não conti as lágrimas. Tive medo. Era tão pequenina, tão fragil que parecia que se ia desmontar a qualquer momento, mas foi nessa altura que senti que a responsabilidade em cima, dali em diante era de minha responsabilidade cuidar dela, protegê-la, fazer dela a menina mais feliz de sempre.
Sabes, princesa... vais ter sempre a Tia Rita aqui para ti, basta estalares os dedos que vou a correr ter contigo. Vou dar-te aquilo tudo que mereces! E avisa já o teu pai que, como diz o B, "vou estragar a tua educação" com miminhos, e as vontadinhas, essas, vou fazê-las todas! :$ Sabes, não te resisto! Derreto-me toda ao olhar para ti! :$
Ainda agora chegaste e já te amo incondicionalmente!
Minha Princesinha, estás a fazer de mim a tia mais babada de sempre!
Sê Bem-Vinda, pequenina!
mrita
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Márcio: Epá, ontem tive a ver o final da 4ª série de Lost!
Rita: Há quem já tenha visto o final da ultima série.
Márcio: Ya, eu sei, mas comecei a ver tarde.
Rita: Hum, e queres que te conte o fim?
Márcio: NÃO!
Rita: Ok... eu conto: Então o cão e o gato malhado morrem enquanto iam em busca de comida. Depois o gato branco, preocupado, foi à procura deles e encontrou a cabeça do gato malhado debaixo de uma pedra e foi chorar para debaixo de um arbusto. Depois, a gaivota e o piriquito fizeram uma fogueira para se aquecerem e entra um cisco no olho do pardal que voava por cima da fogueira, que acabou por cair no meio do fogo. Nisto, a gaivota e o piriquito ficaram com jantar.
Márcio: Epá, cala-te! Olha que se a TVI ouve essa história ainda a rouba para fazer uma novela!!
quarta-feira, 26 de maio de 2010
terça-feira, 25 de maio de 2010
Ontem fui a um jantar com a malta da minha turma e algum pessoal da faculdade.
O Vitor, é um veterano do meu curso e é preto. Não sei se por sorte, ou azar... sentou-se ao meu lado à mesa.
Nisto, o senhor que andava a servir os pratos dos jovens universitários serviu-me a mim... mas a comida acabou e ele seguiu para ir buscar outra travessa e o vitor...:
Vitor: Então, mas eu sou preto ou quê?
*Rita fica a olhar para ele, seria. Saca de um pequeno espelho que tinha no bolso*
Rita: Vê por ti mesmo!
LOL
segunda-feira, 24 de maio de 2010
domingo, 23 de maio de 2010
Follow through
Make your dreams come true
Don't give up the fight
You will be alright
'Cause there's no one like you in the Universe.
Don't be afraid
What your mind conceives
You should make a stand
Stand up for what you believe
And tonight
We can truly say
Together we're invincible.
During the struggle
They will pull us down
But please, please
Let's use this chance
To turn things around
And tonight
We can truly say
Together we're invincible
Do it on your own
It makes no difference to me
What you live behind
What you choose to be
And whatever they say
Your souls unbreakable
During the struggle
They will pull us down
But please, please
Let's use this chance
To turn things around
And tonight
We can truly say
Together we're invincible.
Acabou cedo, mas foi uma noite da qual eu não me vou esquecer. Foi a noite em que tive a minha liberdade e, mesmo sendo só mesmo nessa noite, soube-me pela vida. :')
Estive com quem gosto e com quem me quer bem e já sentia tanto a falta daquela gente. São doidos, é certo, mas eu gosto deles assim... de todos! :)
Obrigada por me fazerem rir e poupar dinheiro ao me deixarem beber dos vossos copos, mesmo sem saberem! mwahahah :p
B., só me faltaste tu, amor. Mas sabes, temos a vida toda para eu beber do teu copo! :b
amo-te.
P.S.: a peça de teatro foi tão, mas tão fofinha! *.*
sábado, 22 de maio de 2010
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